{"id":234,"date":"2015-08-28T14:56:23","date_gmt":"2015-08-28T17:56:23","guid":{"rendered":"http:\/\/wp.sunnver.com.br\/?p=234"},"modified":"2015-08-28T14:56:23","modified_gmt":"2015-08-28T17:56:23","slug":"cientistas-criam-microrrobos-capazes-de-nadar-em-nossa-corrente-sanguinea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/2015\/08\/28\/cientistas-criam-microrrobos-capazes-de-nadar-em-nossa-corrente-sanguinea\/","title":{"rendered":"Cientistas criam microrrob\u00f4s capazes de nadar em nossa corrente sangu\u00ednea"},"content":{"rendered":"<div id=\"HOTWordsTxt\"><p>Pesquisadores da Universidade de San Diego, na Calif\u00f3rnia, revelaram esta semana que foram capazes de desenvolver microrrob\u00f4s em formato de peixes, que s\u00e3o impulsionados atrav\u00e9s de processos qu\u00edmicos e podem ser guiados magneticamente.<\/p>\n<p>Sendo mais finos do que a espessura de um fio de cabelo, essas diminutas m\u00e1quinas, batizadas de \u201cmicrofishes\u201d, foram impressas em 3D utilizando-se um m\u00e9todo completamente novo, criado pela pr\u00f3pria equipe respons\u00e1vel pelo projeto. A Impress\u00e3o \u00d3ptica Cont\u00ednua em Microescala (\u00b5COP, na sigla em ingl\u00eas) funciona a partir do uso de um chip com dois milh\u00f5es de microespelhos. Cada um \u00e9 controlado individualmente, e eles projetam luz ultravioleta em um material sens\u00edvel que se solidifica ao contato.<\/p>\n<p>Com essa ferramenta, os cientistas s\u00e3o capazes de imprimir centenas de unidades do microfish de cada vez. Al\u00e9m disso, camadas de nano part\u00edculas de outras subst\u00e2ncias podem ser inclu\u00eddas nos modelos. Para testar isso, foram adicionadas part\u00edculas de platina \u00e0 cauda dos peixes-rob\u00f4 e em seguida eles foram postos em uma solu\u00e7\u00e3o de per\u00f3xido de hidrog\u00eanio, as duas subst\u00e2ncias causam uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que impulsiona as diminutas m\u00e1quinas para frente.<\/p>\n<p>Colocando \u00f3xido de ferro na cabe\u00e7a dos peixes, os criadores dos microfishes puderam control\u00e1-los magneticamente. Por \u00faltimo, nos corpos dos rob\u00f4s microsc\u00f3picos foram incorporadas nano part\u00edculas de polidiacetileno, um neutralizador de toxinas. Ao entrar em contato com subst\u00e2ncias que contenham alguma toxina, o material se torna fluorescente e emite uma luz vermelha, conforme voc\u00ea v\u00ea acima. Isso faz com que os min\u00fasculos peixes sirvam para identificar e neutralizar locais t\u00f3xicos simultaneamente.<\/p>\n<p>Utilizando essa t\u00e9cnica de incorporar uma subst\u00e2ncia aos pr\u00f3prios microfishes, seria poss\u00edvel \u201ccarreg\u00e1-los\u201d com rem\u00e9dios, gui\u00e1-los atrav\u00e9s do corpo humano atrav\u00e9s da corrente sangu\u00ednea e \u201cdescarreg\u00e1-los\u201d em locais espec\u00edficos. Isso potencializaria o efeito das drogas utilizadas, podendo acelerar o processo de cura ou de desintoxica\u00e7\u00e3o, utilizando o exemplo anterior novamente ou qualquer outra fun\u00e7\u00e3o que se encaixasse nas capacidades dos microrrob\u00f4s.<\/p>\n<p>E esse \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o das possibilidades que essa tecnologia proporciona, uma vez que formas diferentes poderiam ser projetadas para fun\u00e7\u00f5es diferentes. Eles poderiam ser utilizados at\u00e9 mesmo para realizar microcirurgias dentro do corpo humano, ou para purificar reservat\u00f3rios de \u00e1gua que estejam contaminados, s\u00f3 para citar dois exemplos. Ainda n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de quando o m\u00e9todo pode ganhar algum uso comercial.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade de San Diego, na Calif\u00f3rnia, revelaram esta semana que foram capazes de desenvolver microrrob\u00f4s em formato de<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":235,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[274,278,275,276,277,279],"class_list":["post-234","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-novidades","tag-cientistas","tag-corrente","tag-criam","tag-microrrobos","tag-nadar","tag-sanguinea"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=234"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":236,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234\/revisions\/236"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/235"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.sunnver.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}